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Como preparar a casa para a Internet das Coisas (IoT)

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Como preparar a casa para a Internet das Coisas (IoT)

Você já ouviu falar em Internet das Coisas ou IoT? O termo vem da tradução do inglês Internet of Things (IoT) e faz referência à conexão dos dispositivos e a troca de informações obtidas por meio da internet. Ou seja, a IoT permite que uma grande variedade de equipamentos – de máquinas industriais, dispositivos domésticos, acessórios pessoais, celulares e até carros – sejam integrados à rede mundial, proporcionando diversos tipos de experiências aos usuários.

A IoT é reconhecida como uma grande tendência do mercado de tecnologia. Para ter uma ideia do potencial desse movimento tecnológico, estima-se que a IoT poderá adicionar de 4 a 11 trilhões de dólares à economia global em 2025, sendo que apenas no Brasil esse número poderá atingir entre 50 a 200 bilhões de dólares.

Apesar de ser um dos termos mais recorrentes dos últimos tempos, ainda não é tão simples entender como a Internet das Coisas influencia nosso dia a dia. Nesse artigo, vamos falar mais sobre o conceito e mostrar por que sua casa ou empresa precisa ter uma boa estrutura de conexão para aproveitar as vantagens da IoT.

Como funciona a Internet das Coisas (IoT)
A ideia da Internet das Coisas é inserir a tecnologia ainda mais na vida das pessoas, estando espalhada pelas cidades, empresas, indústrias e também dentro de casa. Os dispositivos e equipamentos devem ficar ainda mais funcionais e inteligentes – como os smartphones de hoje, por exemplo – trazendo inúmeras facilidades.

Alguns exemplos para ajudar a entender a IoT: pense numa casa em que as portas se abrem quando o carro está chegando, a geladeira envia uma mensagem de texto ao morador com uma lista de itens que precisam ser comprados, cortinas que abrem ou fecham automaticamente de acordo com a luz natural e até mesmo a máquina de lavar roupas que pode ser controlada pelo celular.

Com os equipamentos interligados, como o GPS do carro ao celular e à central inteligente da sua casa – que conecta a geladeira, cortinas, máquina de lavar roupa, luzes, portão da garagem, etc. – você poderá saber, no meio do trajeto entre casa e trabalho, por exemplo, que precisa comprar leite. Sua geladeira mandará uma mensagem para seu celular e para o GPS do carro, que o guiará para o supermercado mais próximo.

Os equipamentos de segurança também serão favorecidos pela Internet das Coisas. Câmeras, alarmes, sensores de movimento, biometria poderão ser conectados um ao outro por meio de uma única plataforma, sendo programados e transmitindo informações para celulares e computadores. Um exemplo são as câmeras para ambientes internos e externos da linha Mibo da Intelbras. Elas são portáteis e totalmente Wi-Fi. Assim, é possível ter acesso às imagens via internet e com o aplicativo do produto instalado no celular, é possível acompanhar em tempo real tudo o que está sendo captado e ainda receber notificações por movimento. O aplicativo mostra as imagens de até quatro câmeras de forma simultânea.

Ter boa conexão é fundamental
Como vimos, as casas se tornarão mais ‘inteligentes’ e funcionais. Ao longo dos próximos anos, cada vez mais dispositivos estarão conectados via IoT – até 2020, estima-se que sejam mais de 20 bilhões. Mas antes de começar a imaginar como seria ter esses objetos em nossos lares, é importante considerar a adaptação necessária para poder utilizá-los da melhor forma possível.

Para isso, é fundamental contar com uma boa estrutura de conexão: contar com um plano de banda larga eficiente, ter um bom sinal de internet e possibilitar que ele seja levado para todos os ambientes da casa são os primeiros passos. Para ter um boa rede de Wi-Fi são necessários alguns equipamentos como um roteador wireless e um repetidor de sinal. O roteador vai transmitir os dados de banda larga contratados pelo usuário através de uma rede Wi-Fi, compartilhando assim o sinal de internet com todos os dispositivos; já o repetidor vai captar o sinal do roteador e ampliar o alcance do Wi-Fi para ambientes onde o sinal é fraco.

 

Fonte: Blog INTELBRAS



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