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A importância do alarme para idosos que moram sozinhos

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A importância do alarme para idosos que moram sozinhos

O aumento da expectativa de vida é bastante positivo e tende a se fortalecer nos próximos anos. Porém, também exige alguns cuidados, especialmente com a segurança. Por isso, vale a pena conhecer e investir em alarme para idosos que moram sozinhos.

Esse é um recurso indispensável para quem quer evitar surpresas desagradáveis em casa. Ao mesmo tempo, é um alívio para a família, que consegue atender o idoso diante de qualquer emergência. 

Como mencionamos, a população mundial está envelhecendo. Tanto é que a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), da Organização Mundial de Saúde (OMS), definiu que o período entre 2021 e 2030 é a Década do Envelhecimento Saudável. E mais: deverão existir 2 bilhões de pessoas com mais de 60 anos até 2050. Somente o Brasil terá mais idosos do que crianças entre 0 e 14 anos até 2030. Já pensou?

Nesse cenário, é importante buscar alternativas para viver mais e, principalmente, melhor.

Então, como o alarme ajuda a garantir o máximo de segurança para quem deseja manter sua independência na melhor idade? Vamos explicar neste post, além de mostrar alguns modelos que podem se ajustar à sua realidade.

O que são alarmes?

Os sistemas de alarmes são formados por diferentes equipamentos eletroeletrônicos que emitem um sinal sonoro e/ou visual em caso de perigo. Eles podem ter várias funções, como alertar sobre acessos não autorizados aos locais, identificar situações de risco, detectar incêndios e mais.

Existem diversas opções disponíveis no mercado. Apesar de possuírem diferenças de configurações, sua composição costuma ser semelhante. 

Veja quais são os itens básicos que costumam fazer parte de um sistema de alarme:

  • Central: É o comando do sistema. Consegue proteger áreas específicas ou todo o perímetro e sinalizar onde o evento ocorreu. Isso porque recebe as informações dos sensores e dos periféricos, que disparam em caso de violações;
  • Sensores: Estão conectados à central e informam se há algum perigo. Existem diferentes tipos de sensores de alarme, identificam movimentos por variação de calor, deslocamento de massa, presença de fumaça, aberturas de portas ou janelas, etc;
  • Sirene: É o equipamento que emite o sinal sonoro. Também pode ser substituído por um luminoso, que pode ser interessante caso a pessoa idosa tenha deficiência auditiva. 
  • Bateria: É responsável por manter o sistema funcionando em caso de falta de energia, evita oscilações da rede elétrica e garante a corrente necessária para o disparo da sirene;
  • Controle remoto: atalho para armar e desarmar a central. 

Dica: No caso de idosos que moram sozinhos, é interessante combinar um botão de emergência no kit de alarme escolhido.  Basicamente, é um atalho rápido para que a pessoa idosa, caso se sinta em perigo, chame ajuda de maneira ágil. Quando acionado, o botão pode acionar a empresa de monitoramento sobre uma ocorrência. 

A comunicação do sistema de alarme com o proprietário(a) do local ou empresa de monitoramento (quando houver), pode ocorrer via linha telefônica, rede de celular (GPRS), Wi-Fi ou conexão Ethernet (cabeada). A escolha vai depender do contexto de cada ambiente.

Como escolher o melhor alarme para idosos que moram sozinhos?

Agora que já explicamos o que significa esse tipo de dispositivo, está na hora de saber como escolher o melhor alarme para idosos que moram sozinhos.

Antes, é essencial dizer que, de forma geral, esse é mais um recurso que aumenta a segurança, o conforto e o bem-estar de quem está na terceira idade. Por isso, pode ser complementado com outras tecnologias, como fechaduras digitais e câmeras Wi-Fi, por exemplo.

Leia mais: Benefícios da casa inteligente para idosos

Com todos esses equipamentos, é possível manter-se em segurança quando estiver dentro de casa, já que qualquer indício de invasão levará à emissão de um alerta sonoro ou visual.

Além disso, a possibilidade de monitoramento a distância, feito pelo celular, também é uma vantagem presente em alguns modelos. Assim, é possível acompanhar o que está acontecendo com o morador da casa, e também ter certeza de que está tudo bem com o patrimônio.

Mas afinal, como escolher o melhor sistema de alarme para os idosos que moram sozinhos? A Intelbras possui três soluções de sistemas alarmes que podem se adequar ao que você procura. Confira as características de cada uma para decidir qual alternativa é a melhor para sua realidade.

1. Sistema de alarme não monitorado (convencional)

sistema de alarme não monitorado, como o próprio nome já diz, não é monitorado por uma empresa externa. Assim, quando a central emitir algum alerta, é o próprio morador que fica responsável pela verificação do disparo. 

A grande vantagem dessa alternativa é o baixo custo. Há modelos no mercado que são conectados via nuvem e sua configuração é feita por aplicativo. O sistema conta ainda com os eletrificadores que realizam a proteção ostensiva via cerca de choque.

Desse modo, mesmo sendo não monitorado, a partir do momento que outra pessoa, como um filho ou amigo receber a notificação emitida pela central de alarme no celular, essa pessoa também poderá tomar providências. 

2. Sistema de alarme monitorado

sistema de alarme monitorado possibilita monitoramento externo por empresas especializadas e é uma solução mais robusta em termos de equipamentos que o compõem. Seu diferencial está no monitoramento 24h por uma empresa especializada e o sistema pode ser composto por modelos com fio, híbrido ou sem fio, com bateria de longa duração. A conexão com o monitoramento é feita por Ethernet ou Wi-Fi, GPRS (rede de celular) ou linha telefônica. 

Além da central de alarme e os sensores de abertura e de movimento, alguns podem ter câmera integrada. Desse modo, assim que a pessoa recebe uma notificação no celular sobre um disparo de alarme, é possível verificar a imagem do local em tempo real para confirmar ou não uma invasão. 

Sem contar que as melhores opções oferecem comunicação bidirecional. Ou seja, a transmissão ocorre em tempo real, com monitoramento de disparos, nível de bateria e status do sensor.

O sistema pode ser distribuído em pontos estratégicos da residência com sensores de barreira realizando a proteção perimetral, sensor para área externa realizando a proteção secundária, além de sensores de abertura distribuídos em portas e janelas. Pode ainda contar com botões de emergência. Assim, diante de qualquer problema, a central de monitoramento ou a família é automaticamente avisada.

3. Sistema de segurança smart

sistema de segurança smart é a melhor opção para quem tem mais familiaridade com tecnologia. Principalmente quando pensamos em pessoas interessadas em tornar suas casas mais inteligentes.

Ele é compatível com assistentes de voz e permite realizar o monitoramento e receber alertas em tempo real. É possível até saber se alguma janela ou porta ficou aberta e receber uma notificação através de aplicativo.

Tudo isso é derivado da tecnologia ZigBee. Totalmente sem fio, ela garante uma comunicação mais eficiente e rápida entre os dispositivos ZigBee, esta tecnologia de comunicação também permite uma maior vida útil da bateria dos sensores devido à baixa frequência de operação utilizada que não consome sua internet. Além disso, o sistema de segurança smart conta com uma sirene que emite um sinal sonoro de 100db caso haja algum problema. Deste forma, ele permite aumentar substancialmente a segurança do idoso. 

 

 

Fonte: Blog da Intelbras



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